Muito, muito, muito
difícil de falar
só pegando um tuc-tuc
e ver com cada
olho
de cada
lado
de cada
rosto
de
cada
pessoa
todos os detalhes desta terra de budas
devastada pelas guerras, pelas invasões, pelas políticas macropolíticas macroignoraram a beleza desta terra
na qual ainda hoje morrem milhares vítimas de minas terrestres ou andam mutilados
pelas reverberações do que não se fez, mas se foi feito
o Reino do Camboja lentamente se recupera de anos de guerras externas enfiadas país adentro, seguidas de guerras civis que resultaram em genocídio ditatorial e deixou um legado difícil de ser atravessado pelos gargalos da História.
lentamente restaura a beleza do auge, dos templos das lendas das apsaras dos heróis do povo Khmer, hoje num sorriso que cabe na delicadeza de cada Khmer, mesmo daqueles que a única palavra em inglês mal aprendida é "one dollar"
tentando se acostumar com novas estruturas que chegam se rastejando e mudando as estruturas do país
Há pobreza e há turismo destruidor
mas há tanta beleza no caminhar iluminado de laranja dos monges
dos incensos acendidos de 10 por vez
dos músicos tocando nas ruas
do encontro do antigo com a força da natureza no templos da longa história do império Khmer
difícil de falar
só pegando um tuc-tuc
e ver com cada
olho
de cada
lado
de cada
rosto
de
cada
pessoa
todos os detalhes desta terra de budas
devastada pelas guerras, pelas invasões, pelas políticas macropolíticas macroignoraram a beleza desta terra
na qual ainda hoje morrem milhares vítimas de minas terrestres ou andam mutilados
pelas reverberações do que não se fez, mas se foi feito
o Reino do Camboja lentamente se recupera de anos de guerras externas enfiadas país adentro, seguidas de guerras civis que resultaram em genocídio ditatorial e deixou um legado difícil de ser atravessado pelos gargalos da História.
lentamente restaura a beleza do auge, dos templos das lendas das apsaras dos heróis do povo Khmer, hoje num sorriso que cabe na delicadeza de cada Khmer, mesmo daqueles que a única palavra em inglês mal aprendida é "one dollar"
tentando se acostumar com novas estruturas que chegam se rastejando e mudando as estruturas do país
Há pobreza e há turismo destruidor
mas há tanta beleza no caminhar iluminado de laranja dos monges
dos incensos acendidos de 10 por vez
dos músicos tocando nas ruas
do encontro do antigo com a força da natureza no templos da longa história do império Khmer